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re.ci.pro.ci.da.de (s.f.)

Fonte: https://goo.gl/aZiveB ( a gente fala em reciprocidade enquanto morre de ciúme tolo duvida do mundo e dos submundos sufoca o outro e cria, assim, um relacionamento tóxico egoísta e possessivo é preciso exorcizar a mente e depois reler o verbete colocar-se no lugar do outro pra não ser hipócrita agir com reciprocidade e SER, então, aquele cara que você pediu a deus ______ Em tempo: re.ci.pro.ci.da.de s.f. (lat. reciprocitas.atis ) algo com que há uma troca, cooperação; sentimento mútuo.

A palavra “deus” deve ser escrita com inicial maiúscula?

God Blessing the Seventh Day , by William Blake   Não há um absolutismo de regra se analisarmos o sentido com que as duas grafias costumam ser empregadas pela maioria dos usuários da língua portuguesa. O uso da inicial maiúscula ou minúscula é relativo, a decisão cabe a quem escreve e sua escolha estará sempre em consonância com a percepção daquilo que o usuário da língua concebe como “deus” com inicial maiúscula e “deus” com inicial minúscula. Esta é uma questão que pode ser melhor discutida através de uma análise discursiva, linha de estudo em linguística que analisa a língua do ponto de vista discursivo (para além do texto).

Quais são as características de um texto literário?

Com a honrosa coautoria de: Ermírio Simões Batista Segundo Proença Filho (2007), em sua obra A linguagem literária , as características do discurso literário são as seguintes: 1. Complexidade Num texto complexo pode-se identificar metonímias sobre a vida humana. No caso, seriam situações que ocorrem nas relações interpessoais. Assim observa-se uma série de fatores que contribuem para o enriquecimento do texto e o aumento de plurissignificação, exigindo maior esforço por parte do leitor. No texto literário não existe o óbvio. me.to.ní.mi.a s.f. [retórica] Figura de linguagem em que um objeto é designado por uma palavra que se refere a outro, por existir uma relação entre os dois. Quando se “acende a luz”, na verdade se aperta um botão, fechando um circuito elétrico e produzindo luz. Mas se dá o nome do efeito à causa. (7GRAUS, 2017, adaptado) 2. Multissignificação O texto multissignificativo depreende diversos significados que dependerá do ...

Significados passageiros

Existimos em três direções no tempo. Gostaria de compartilhar minhas angústias com alguém. Assim, dedico estes parágrafos a Thayná Deivilla e André Nascimento. Certa vez, comprei uma camisa polo com a seguinte inscrição na frente: “ trust that an ending is followed by a beginning” (isto é, “acredite que um fim é seguido de um começo”). Dias depois, experienciei perdas que, naquela época, pareciam irreversíveis e de uma dor que jamais seria capaz de controlar. Perdi pessoas, amizades que juraria levar para a vida inteira. Mas, como a música diz, até mesmo o “‘pra sempre’ sempre acaba”. Hoje, percebo que tudo o que se vai é como se tivéssemos acertado as contas com aquelas co isas ou aquelas pessoas, ‘finalizado uma missão’. Na vida, nada é para sempre e o significado mais vivo das coisas estão no hoje, no momento exato em que vos falo. Ao dar as costas para fazer o meu caminho de volta para casa, eu vivo um outro instante munido de novos significados e deixo para trás ...

Pagu e Chimamanda Adichie – similitudes entre a ficção e a realidade

Com a honrosa coautoria de: André Nascimento e Marília Pereira A mulher sempre esteve presente na sociedade,  mas nem sempre é bem-vinda em situações que requerem o uso das faculdades mentais. Em 1933, Patrícia Galvão (1910, São João da Boa Vista/SP – 1962), sob o pseudônimo Mara Lobo, lançava o livro Parque Industrial , o primeiro romance proletário da literatura brasileira. Na obra, Patrícia Galvão (ou: Pagu, seu nome artístico), que integrou o Movimento Modernista, discorre sobre o ingresso da mulher paulistana no mercado de trabalho através das fábricas no Brás (Distrito de São Paulo) face ao cenário político da Revolução de 1930 e sua opressão às classes desfavorecidas. Em meio àquilo que pareceria um momento de fuga da figura da mulher dos lares abusivos nos quais desempenhara apenas o papel de subserviência à família, o trabalho operário soa como uma macrorreprodução deste tipo de relação (na verdade, é exatamente o inverso – o núcleo familiar reproduzindo o ...

Face pálida: um canto para o submundo

A tua face pálida e o teu leito contestado Tua palavra oculta e o teu sorriso fosco. Um silêncio forçado pela dor da culpa. A face pálida de alguém que já se foi no seu leito contestado pela morte. A palavra oculta pelo submundo e o sorriso ofuscado pela inexistência. Um silêncio de (in)aceitação forçada e a dor da culpa de quem não se deixou amar a tempo. Imagem : Moça com o Brinco de Pérola , por Johannes Vermeer (c. 1665).

Você é como um bolo

Você é como um bolo sobre a mesa: um bolo sem cereja sobre a mesa. Um bolo sem cobertura sobre a mesa. Um bolo sem dourados sobre a mesa. Você é como um bolo sobre a mesa: assim todo por dentro – sem encanto –, como em uma mesa ornamentada, perdido em meio ao encanto (mal serve para ser comido).