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Mostrando postagens com o rótulo Cânticos

ben Azazel

És minha entidade favorita o espectro de noites intranquilas e o gosto mais amargo na imensidão do paraíso que eu desejo exorcizar Eu sou filho de Azazel carrego o peso do mundo duma viagem que não tenho volta um fantasma moribundo sob o sol sem fogo nem fumaça para o escoltar Eis que danço como Morte pois enquanto o homem morre o outro mata para a fome dos seus filhos e dos filhos saciar

Cântico I – De apresentação

Vigia enquanto existe dia Pois a noite a mim pertence Vigia enquanto existe Hinom Pois o verme corre pela minha mão Eu sou a noite e o vapor da madrugada O canto do curiango e o rastejar do sátira A corrida da serpente e o clamor de Lilith Pelo calor de Samael na escuridão Eu sou, eu hei de ser A corda e o patíbulo O rito e o impelidor Quem me evoca pelo nome cairá prostrado ao chão