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Mostrando postagens com o rótulo feminismo

Pagu e Chimamanda Adichie – similitudes entre a ficção e a realidade

Com a honrosa coautoria de: André Nascimento e Marília Pereira A mulher sempre esteve presente na sociedade,  mas nem sempre é bem-vinda em situações que requerem o uso das faculdades mentais. Em 1933, Patrícia Galvão (1910, São João da Boa Vista/SP – 1962), sob o pseudônimo Mara Lobo, lançava o livro Parque Industrial , o primeiro romance proletário da literatura brasileira. Na obra, Patrícia Galvão (ou: Pagu, seu nome artístico), que integrou o Movimento Modernista, discorre sobre o ingresso da mulher paulistana no mercado de trabalho através das fábricas no Brás (Distrito de São Paulo) face ao cenário político da Revolução de 1930 e sua opressão às classes desfavorecidas. Em meio àquilo que pareceria um momento de fuga da figura da mulher dos lares abusivos nos quais desempenhara apenas o papel de subserviência à família, o trabalho operário soa como uma macrorreprodução deste tipo de relação (na verdade, é exatamente o inverso – o núcleo familiar reproduzindo o ...

ELAS: Pannavati Bhikkhuni

Venerable Pannavati é uma monja budista americana ordenada no Camboja após transitar entre algumas denominações cristãs. Em suas palestras, Pannavati diz que ainda não se sentia completa ao praticar a fé cristã. Certo dia, conheceu os preceitos do modo de vida não teísta do Budismo e a prática da caridade ensinada por Buda. Isso mudou bastante a sua vida, mas também a de muitos outros.

ELAS: Baodiceia, a rainha vermelha

Os celtas foram uma das grandes civilizações do passado e, comparadamente a outros povos, foram inovadores no modo como trataram a figura da mulher. De acordo com o escritor português Pedro Silva (2007, p. 13),