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Postagens

Não passe pela adolescência sem seu "Fake"

Por: Wendell Santos.

Quando morre alguém que a gente ama

Muitos foram os funerais aos quais estivemos presentes nos últimos anos. Muito mais foram os corpos que vimos serem sepultados nesses funerais. “Saudade eterna…” “Morrer” não é exatamente “morrer”, mas transformar-se. Nós é que morríamos nos funerais.

Amar-se ou amar outra pessoa?

Amar (assim como odiar) é inerente ao ser humano. Mas a gente busca no amor a fonte de usufruto da felicidade e, ainda assim, se desaponta. A busca pela felicidade no amor ao outro é o outdoor de boas vindas da Cidade do Esquecimento. As pessoas (ou, pelo menos, grande parte delas) são como imagens compostas de filtros. Sigmund Freud, psicanalista do século XIX, realizou vários estudos e trouxe várias descobertas sobre a mente e o comportamento humanos. Quando amamos, por exemplo, aplicamos em nossa mente uma espécie de filtro seletivo que nos permite ver apenas as boas qualidades da pessoa por quem nos apaixonamos ou, ainda, inserir “filtros” criando uma imagem deturpada da realidade por que pegou a gente pela mão, enviou músicas para o nosso chat , cantou ao telefone e fez nosso coração bater pertinho ao seu num abraço quase ad aeternum . Dedicamos poemas, falamos belas palavras sem nenhum texto previamente organizado e discordamos se ela diz “Eu não mereço tudo isso!” Então,...

"Sobre um sentimento que quase acometeu minha alma" (Samuel Matias)

Imagem enviada pelo autor. Por: Samuel Matias. Sobre um sentimento que quase acometeu minha alma

Ele não sabe o que é o amor

Por: Wendell O’Hyah.

Dom Casmurro em quadrinhos

Por: Wendell Santos. “Tu eras perfeito em teus caminhos desde o dia da tua criação.” - Profeta Ezequiel.

Marabá: uma breve análise entre o poema e a vida de Gonçalves Dias

MARABÁ (Parênteses inseridos para esclarecimento de palavras e expressões) Eu vivo sozinha; ninguém me procura! Acaso feitura Não sou de Tupá? Se algum dentre os homens de mim não se esconde: – “ Tu és,” me responde, “ Tu és Marabá!” – Meus olhos são garços, são cor das safiras, – Têm luz das estrelas, têm meigo brilhar; – Imitam as nuvens de um céu anilado, – As cores imitam das vagas do mar! Se algum dos guerreiros não foge a meus passos: “ Teus olhos são garços,” Respondo anojado, mas és Marabá: “ Quero antes uns olhos bem pretos, luzentes, “ Uns olhos fulgentes, “ Bem pretos, retintos, não cor d’anajá ! ” (claros) – É alvo meu rosto da alvura dos lírios, – Da cor das areias batidas do mar; – As aves mais brancas, as conchas mais puras – Não têm mais alvura, não têm mais brilhar. – Se ainda me escuta meus agros delírios: – “ És alva de lírios”, Sorrindo responde, mas és Marabá: “ Quero antes um rosto de jambo corado, ...