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Você pensa ou só existe?

“Cogito, ergo sum.” Não sei em qual contexto se aplica, mas durante algum tempo encarei esta frase de Descartes como uma verdade, como que para darmos mais sentido à vida seria necessário pensar, refletir e duvidar. De modo que viveríamos não só por viver e enfrentar os efeitos degradantes do tempo no nosso corpo, mas através da reflexão termos prazer em viver. Assim não restaria (ou perderíamos) tempo para fazer aquilo que nos proporcionasse alegria. O tempo passa e as experiências vão sendo adquiridas. A felicidade consiste em ter uma vida satisfatória que resulta de um emaranhado de coisas pelas quais (ou contra quais) temos que lutar para termos um punhado de alegria. Mas me ponho a pensar na frase novamente (que redundância de minha parte) e digo para mim mesmo: “Se para existir eu tenho que pensar, por que tem gente que existe, mas parece que não pensa?” Estão ouvindo este prantear? É Descartes sem justificativa. “Penso, logo existo.” Meia verdade. “Penso,...

Músicas para viver só

Tem música com a qual eu me perturbo.

Um dia, talvez

Talvez um dia, ainda neste mundo insano, possamos compreender [de coração] que todos somos apenas um punhado de poeira que recebeu o dom da vida, mas que não soube viver e se perdeu no caminho para a felicidade. Talvez um dia possamos compreender que somos apenas um conhecido qualquer para muitos iguais a nós e para aquele que sem querer ou não nos tocou o coração de tal forma que deixou marcas que outra pessoa não pode sarar jamais. Talvez um dia venhamos a aprender a não mais chorar diante dos desafios e passemos a sorrir diante da dor, quando a vida nos tiver tornado como um pedaço de metal que não reage nem ao fogo nem ao frio. E somos frios. Talvez um dia eu mesmo não me importe mais com o que outros pensam e passe a viver mais na leveza sem levar em conta aquilo que não posso ser para atingir as expectativas de outros que eu pouco conheço e nada sabem sobre mim. Talvez um dia eu encontre alguém para ser feliz ou talvez entenda e aceite que só vim aqui par...

Cultura & Humanização (com adaptações e adicionais)

Boy. Fonte: PixaBay.com. Referência (acho que deve ser essa):   ARANHA, M. Lúcia de Arruda. Cultura e Humanização. In: Filosofia da Educação. São Paulo: Moderna, 2006. Cultura e Humanização from Wendell B@t!st@ .

Canto para o Hades

É feio, meu Deus Um morto levado Lavado pelas lágrimas Imóvel, sem fôlego Deitado para o tempo E o tempo é um só

Queria Contar (Wagner Santos)

Às vezes o tempo nos envolve numa ilusão. Mas o que pensar e o que fazer? Diante de um junco de vida procuro inundar-me em tuas palavras de amor. Quem dera se eu pudesse te contar o que há em minha mente, o que nela de fato extrapola em planos e desejos. E vem mais um dia, mais um tempo diferente e as indagações continuam: Quem sou eu? O que eu faço? Talvez só você saiba e só você possa me responder. Só você, querida, que já me desvendou por inteiro. E então finalmente responda que sou a noite que se passa em um segundo e a manhã que se aproxima no minuto seguinte. __________ Wagner Santos é pernambucano, formado em Radiologia pela Universidade Maurício de Nassau e Segurança Pública na Faculdade Estácio de Sá. Gosta de escrever nos tempos livres e agora nos presenteou com um de seus muitos textos já escritos. Wagner, obrigado pelo privilégio que nos dá! Seja bem-vindo!

Jovens e brilhantes

Dilma Fernandes. Foto: cedida. É incrível ver nas redes sociais essa massa jovem e suas mentes brilhantes para com o mundo da literatura contemporânea, principalmente quando o assunto é J. K. Rowling e sua série fantástica e enigmática de Harry Potter. Mas esta juventude não se limita apenas a leitura de grandes obras como a mencionada. Ela vai mais além… Dia desses tive a maravilhosa oportunidade de poder conversar e conhecer melhor dois desses “jovens talentos”, primeiramente por suas tendências musicais, depois (e principalmente) pela desenvoltura quais escritores de séries que ainda não foram lançadas, mas acredito será um sucesso após o outro. Ao passo que visualizamos a cena terrível de muitos jovens deste século, chega a ser incrível ler textos da mais alta qualidade escritos por pessoas com menos de 20 anos de idade.   Dilma Fernandes (Amy, 19) e Clemer Arinon (16) são os meus mais novos queridos escritores. Assumo, virei fã! Não sei se usarão estes mesmos nom...