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Postagens

O menino que publicou Monteiro Lobato

"Retrato do Saci" (2007), por J. Marconi. Quem de nós nunca foi apaixonado pelas lendas folclóricas quando crianças? Ficávamos quase que hipnotizados na escola ouvindo as mais diversas e curiosas lendas dos nossos coleguinhas naquela famosa Semana (ou mesmo o mês) do Folclore, que nos inquietam até hoje. Ouvimos histórias sobre a Maria Florzinha, a Mula Sem Cabeça, o Negrinho do Pastoreio, o Lobisomem, a Caipora, o Boitatá, o Curupira, o Boto Cor de Rosa, entre outros, e o mais famoso de todos eles: o Saci Pererê .

O que são línguas artificiais (explicação breve)

"língua [Lat. lingua ] sf . ... 3. O conjunto das palavras e expressões, faladas ou escritas, us[adas] por um povo, por uma nação, e o conjunto das regras da sua gramática." (FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Mini Aurélio : o dicionário da língua portuguesa. 8. ed. Curitiba: Positivo, 2010). Antes de entendermos o que são línguas artificiais, convém entender o que é língua. Bem, não estamos nos referindo ao órgão da boca comumente utilizado para trocar ideias sobre os aspectos notórios da vida alheia, mas do conjunto de palavras que utilizamos esquematicamente para efetivar/realizar a comunicação entre você, eu, a vizinha, o português da padaria...  Seja por meio da escrita ou da oralidade. Até agora, só ouvi falar de dois tipos de línguas: as naturais e as artificiais  (além das mortas, claro). As naturais, como a própria classificação já indica, é aquela que surge naturalmente do povo, como a língua portuguesa, que não fora esquematizada para ser o que ...

O que é o impossível para você? Um poema de S. Matias sobre os impossíveis

É impossível cantar e assobiar É impossível colher sem plantar

Famintos de amor

Ouço uma música que compuseram para ti há séculos passados. Perguntaram-me se ainda tenho fé. Respondi que, às vezes, gostaria de não ter fé ou nunca tê-lo conhecido como um dia o conheci, para não ser tão incapaz de abandonar-te como um dia me abandonaste na grande roda dos excomungados. Tua graça é simplesmente inalcançável para aquele que crê. Ser bom não é o suficiente. E continuamos aqui sedentos e famintos de amor.

Era a palavra do Senhor...

Crédito na imagem. Jovem, bonita, pálida, vermelho na boca e sorriso para o nada. Caminhando sobre o tudo. Um homem branco, meia estatura, transitando entre a meia e a melhor idade, paletó cinzento e gasto, chapéu preto de antigamente, um livro velho embaixo do braço, fitas coloridas e papéis na mão. Outras muitas pessoas muito menos estranhas na avenida. Tome, pegue! Que lindo! – Enquanto ele colocava uma fita com dizeres da igreja no seu punho direito. – Obrigada, seu moço! *-* É um real, moça. ^_^ '-' Era a palavra do Senhor no punho dela.

Amar tendo que desamar (Leila Tavares)

Fonte: Desconhecida. O acaso nos uniu num encontro inesperado Coisas que na vida surgem E que nem pelos astros é explicado

"Recebi uma visita" (Valmir Sá)

Hoje, recebi uma visita: era o Tempo. Trouxe-me um papel de vento, com caneta tinta de sangue para escrever os grandes nomes. Mas logo fui surpreendido pela vizinha Humildade, que assim gritava pela janela da Sabedoria: "Menino Aprendiz! Grandes nomes não se escreve, se vive!" Loginho meus tímpanos aguçados, interpretava a leitura, e assim respondeu: "Senhor Tempo, desculpe esse momento, mas prefiro viver para escrever." E assinou: Valmir Sa. Presente da madrugada. __________ Conheci os textos de Valmir Sa através de um amigo da faculdade, que me apresentou algumas postagens do autor no seu perfil pessoal do Facebook. Enviei-o uma solicitação de amizade e, logo aceita, começamos uma conversa acalorada sobre poesia. Em cinco minutos de diálogo, eu poderia reunir todas as colocações de Valmir Sa e ter um novo e belo poema em minhas mãos ou um conto inteiro p'ra contar. Pedi autorização para publicar uma de suas prod...