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Jovens e brilhantes

Dilma Fernandes. Foto: cedida. É incrível ver nas redes sociais essa massa jovem e suas mentes brilhantes para com o mundo da literatura contemporânea, principalmente quando o assunto é J. K. Rowling e sua série fantástica e enigmática de Harry Potter. Mas esta juventude não se limita apenas a leitura de grandes obras como a mencionada. Ela vai mais além… Dia desses tive a maravilhosa oportunidade de poder conversar e conhecer melhor dois desses “jovens talentos”, primeiramente por suas tendências musicais, depois (e principalmente) pela desenvoltura quais escritores de séries que ainda não foram lançadas, mas acredito será um sucesso após o outro. Ao passo que visualizamos a cena terrível de muitos jovens deste século, chega a ser incrível ler textos da mais alta qualidade escritos por pessoas com menos de 20 anos de idade.   Dilma Fernandes (Amy, 19) e Clemer Arinon (16) são os meus mais novos queridos escritores. Assumo, virei fã! Não sei se usarão estes mesmos nom...

A política de hoje em dia

Po.lí.ti.ca s.f. Ciência do governo dos povos. – Dicio, Dicionário Online de Português . Um governo possível? Segundo o que história nos conta, a política organizada surgiu na Grécia Antiga, ali ser cidadão não era para qualquer um. O direito de expressão no que diria respeito à pólis (cidade) era limitado àqueles que dispunham de poder econômico para então falar mais alto que a voz de muita gente, no entanto as mulheres não teriam esse privilégio nem tão cedo, sejam quais forem as circunstâncias. Pobres e escravos também não usufruíam desse direito, se é que podia e se pode chamar assim. Desde então, pelo menos ao que se fala, a política vem se aperfeiçoando e é poeticamente definida, também, como “a arte de bem governar”. Embora hoje vivamos num país que se diga democrático, o Brasil, tem sido meio complicado conviver entre diferentes opiniões políticas, onde já não bastam a religião e o futebol, dentre tantas outras “debates estéreis”. Partidos estão deixando de ser pa...

Companheira Valetudinária

Em noites de silêncio, sou conduzido à profundos pensamentos que podem revelar o meu espírito. Como que sob uma tempestade de lâminas à hemotoxina, eu sinto dor. Como que um pequeno, talvez o mais feliz do mundo, enxergo nos menores gestos os melhores significados. A insônia – valetudinária companheira – leva-me aos papéis de linhas azuis e eu sei da vida como ela é: tão bela quanto incompreensível. Podemos conhecer todo o sentido de viver, mas há uma mente racional tão limitada que nos deixamos cair por tropeçar em nosso próprio pó. Humanos – espécie animal racional mas que não faz o uso! Mandaram-me sentir “o toque das lágrimas que caem, pois não cairão para sempre.” Mas quem as sente? Tentarei. Eu vou por aí, arrebatado pelas minhas [vãs] filosofias, produtos de uma pobre imaginação.