Ouço uma música que compuseram para ti há séculos passados. Perguntaram-me se ainda tenho fé. Respondi que, às vezes, gostaria de não ter fé ou nunca tê-lo conhecido como um dia o conheci, para não ser tão incapaz de abandonar-te como um dia me abandonaste na grande roda dos excomungados. Tua graça é simplesmente inalcançável para aquele que crê. Ser bom não é o suficiente. E continuamos aqui sedentos e famintos de amor.
O que acontece aqui permanece para sempre...