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Postagens

Famintos de amor

Ouço uma música que compuseram para ti há séculos passados. Perguntaram-me se ainda tenho fé. Respondi que, às vezes, gostaria de não ter fé ou nunca tê-lo conhecido como um dia o conheci, para não ser tão incapaz de abandonar-te como um dia me abandonaste na grande roda dos excomungados. Tua graça é simplesmente inalcançável para aquele que crê. Ser bom não é o suficiente. E continuamos aqui sedentos e famintos de amor.

Era a palavra do Senhor...

Crédito na imagem. Jovem, bonita, pálida, vermelho na boca e sorriso para o nada. Caminhando sobre o tudo. Um homem branco, meia estatura, transitando entre a meia e a melhor idade, paletó cinzento e gasto, chapéu preto de antigamente, um livro velho embaixo do braço, fitas coloridas e papéis na mão. Outras muitas pessoas muito menos estranhas na avenida. Tome, pegue! Que lindo! – Enquanto ele colocava uma fita com dizeres da igreja no seu punho direito. – Obrigada, seu moço! *-* É um real, moça. ^_^ '-' Era a palavra do Senhor no punho dela.

Amar tendo que desamar (Leila Tavares)

Fonte: Desconhecida. O acaso nos uniu num encontro inesperado Coisas que na vida surgem E que nem pelos astros é explicado

"Recebi uma visita" (Valmir Sá)

Hoje, recebi uma visita: era o Tempo. Trouxe-me um papel de vento, com caneta tinta de sangue para escrever os grandes nomes. Mas logo fui surpreendido pela vizinha Humildade, que assim gritava pela janela da Sabedoria: "Menino Aprendiz! Grandes nomes não se escreve, se vive!" Loginho meus tímpanos aguçados, interpretava a leitura, e assim respondeu: "Senhor Tempo, desculpe esse momento, mas prefiro viver para escrever." E assinou: Valmir Sa. Presente da madrugada. __________ Conheci os textos de Valmir Sa através de um amigo da faculdade, que me apresentou algumas postagens do autor no seu perfil pessoal do Facebook. Enviei-o uma solicitação de amizade e, logo aceita, começamos uma conversa acalorada sobre poesia. Em cinco minutos de diálogo, eu poderia reunir todas as colocações de Valmir Sa e ter um novo e belo poema em minhas mãos ou um conto inteiro p'ra contar. Pedi autorização para publicar uma de suas prod...

Pandora Invulgar

 Ela: “Cantus Inaequalis” – Adiemus (Karl Jenkins). Ele: “Elegia” – Adiemus (Karl Jenkins). Quando escrevo sobre ti, tenho uma folha em branco. Tu me devoras as palavras com teu vazio profundo numa Caixa de Pandora. Deturpada. Invulgar cigana, fria e sem sabor. Ordinária meretriz embriaga-nos sem pudor. Perdoa ela, Deus! ~ Lino. Neste dia infeliz. Wendell S. (translator): The text below is my English version of the poem above as it has been authorized by the author. Distinct ¹ Pandora She: “Cantus Inaequalis” – Adiemus (Karl Jenkins). He: “Elegia” – Adiemus (Karl Jenkins). When I write you, I have an empty sheet. You devour my words with your deep emptiness into a Pandora’s Box. Perverted. Distinct gypsy, cold, utter tasteless. Ordinary harlot inebriates us with no shame. Pardon her, ye God! ~ Lino. On this infernal day.  ¹ Original: invulgar , which is a new word created by the aut...

"Os meninos estão todos crescidos", um poema de Tânia Consuelo para todas as mães

Maternidade. Acrílica de Josafá Neves . E os meninos estão todos crescidos. E que orgulho nos olhos da mãe. O carinho em cada plantar... Nas horas de apertos e sacrifícios. O amor que se esforça em diminuir as dores. Que trazes do mundo, os filhos.

No Dia das Mães, o meu presente é para os filhos

Todo Dia das Mães, as pessoas se põem a fazer declarações de amor e dar presentes àquelas que já conheceram a maternidade. Nesta postagem, ao invés de presentear as mães, presenteio os filhos. Dou-lhes este clipe para reflexão...